A Seccional da OAB no Distrito Federal realizou na noite da segunda-feira (31) a cerimônia de outorga da Medalha Myrthes Gomes de Campos 2025. O SINPROFAZ, representado pela presidente, Iolanda Guindani, compôs o dispositivo de honra da solenidade, que teve entre as homenageadas a procuradora-geral da Fazenda Nacional, Anelize Lenzi. Na ocasião, também foram agraciadas com a Medalha a advogada Francisca Aires, a ministra do TST Kátia Magalhães Arruda e a defensora pública do DF Rita de Castro Hermes Meira Lima.
A escolha de Anelize Lenzi pela OAB/DF foi motivada, entre outros, pelo relevante papel da procuradora-geral na construção do parecer vinculante que, aprovado pelo presidente da República, garante o direito de remoção de servidoras vítimas de violência doméstica. O parecer estabeleceu diretrizes para a mobilidade dessas servidoras no âmbito da Administração Pública federal, fortalecendo a proteção e o acolhimento de mulheres em situação de vulnerabilidade. A contribuição de Anelize Lenzi a organizações voltadas para a equidade de gênero também foi levada em conta pela Seccional.
A cerimônia de outorga da Medalha Myrthes Gomes de Campos foi acompanhada por vários Membros da PGFN, entre os quais Maria Dionne de Araujo, Jurandi Ferreira, Jersilene Moura, Herta Rani e Beatriz Gava. Na qualidade de anfitriões da solenidade, estiveram o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal, Paulo Maurício Siqueira; a vice-presidente, Roberta Ǫueiroz, e o ex-presidente Délio Lins e Silva Júnior. Outros integrantes da Diretoria da OAB/DF, do Conselho Federal, do Conselho Seccional e da Caixa de Assistência dos Advogados do DF também prestigiaram o evento.
Sobre a honraria
Myrtes Gomes de Campos foi a primeira mulher a integrar o quadro de membros efetivos do Instituto dos Advogados Brasileiros, para o qual foi admitida em 1906. A outorga da Medalha que leva seu nome foi instituída em 2016 e tem como propósito condecorar mulheres com efetiva atuação no cenário jurídico distrital e nacional, com destaque, especialmente, na promoção dos direitos e interesses das mulheres, em relevantes causas sociais e na defesa de prerrogativas das advogadas. A honraria também propõe a valorização das mulheres que atuam junto ao Judiciário.




