O SINPROFAZ, representado pelo vice-presidente, Carlos Alexandre Dias Torres, participou hoje (1º) de audiência pública convocada pelo Grupo de Trabalho da Câmara dos Deputados que debate a Reforma Administrativa. A audiência reuniu dirigentes sindicais e associativos, que expuseram a visão das respectivas carreiras jurídicas acerca da proposta de Reforma. Diretores e delegados do Sindicato acompanharam a reunião, que foi presidida pelo deputado Zé Trovão (PL/SC) e prestigiada por parlamentares como Pedro Campos (PSB/PE), Julio Lopes (PP/RJ) e Pedro Paulo (PSD/RJ), coordenador do GT sobre a Reforma.
Convidado para dar início às exposições da audiência pública, Carlos Alexandre Dias Torres destacou os números que revelam o ótimo desempenho da Procuradoria da Fazenda Nacional: apenas no ano passado, a Instituição alcançou a recuperação histórica de R$ 61 bilhões e evitou perdas fiscais da ordem de R$ 727 bilhões para os cofres públicos. De acordo com o vice-presidente do SINPROFAZ, para o Sindicato e a Carreira, portanto, a modernidade e a eficiência são temas centrais e os números apresentados pela Instituição falam por si: hoje, a PGFN figura entre os órgãos mais eficientes do Executivo federal.
“Em termos de modernização, a PGFN já vem se valendo das tecnologias mais avançadas, que nos permitem automatizar uma série de processos internos e concentrar a inteligência humana no cumprimento das funções mais essenciais. A transação tributária é outro instrumento inovador, criado pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, que nos permite realizar a cobrança mais adequada para cada perfil de contribuinte. Ao cobrar daqueles que têm que pagar, evitamos inovações fiscais, como o aumento de tributos. Por todos os resultados, a PGFN deve ser considerada um modelo a ser seguido no âmbito da administração pública”, concluiu Carlos Alexandre Dias Torres.
Sobre o Grupo de Trabalho
Formalizado no mês de junho, o GT foi criado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos/PB). Segundo o deputado, o intuito da Reforma debatida pelo Grupo deve ser o de melhorar a qualidade dos serviços públicos, não o de retirar prerrogativas e direitos das categorias de servidores. Para o presidente da Câmara, ademais, deve haver um “esforço para diminuição da máquina pública”, de forma a promover o direcionamento de recursos para investimentos em áreas estratégicas do País. O Grupo de Trabalho já promoveu quatro audiências públicas e ouviu mais de 30 especialistas.






