{"id":68,"date":"2010-01-04T12:41:51","date_gmt":"2010-01-04T12:41:51","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T03:00:00","slug":"turma-do-stj-rejeita-juros-de-mora-em-deposito-judicial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/noticias\/turma-do-stj-rejeita-juros-de-mora-em-deposito-judicial\/","title":{"rendered":"Turma do STJ rejeita juros de mora em dep\u00f3sito judicial"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A Caixa Econ\u00f4mica Federal (CEF) recorreu da decis\u00e3o do TRF, alegando que o dep\u00f3sito feito na rede banc\u00e1ria, vinculado ou n\u00e3o ao ju\u00edzo, configura cumprida a obriga\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que o dep\u00f3sito judicial \u00e9 feito em conta vinculada, com rendimentos (juros e corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria) que ser\u00e3o revertidos em favor do vencedor da causa. Segundo a Caixa, por esse motivo a cobran\u00e7a de corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria e juros adicionais seria indevida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acompanhando o voto do relator, ministro Luiz Fux, a Turma reiterou que o dep\u00f3sito integral para garantia do ju\u00edzo, com vista \u00e0 interposi\u00e7\u00e3o de embargos \u00e0 execu\u00e7\u00e3o, afasta a incid\u00eancia de juros morat\u00f3rios a partir da efetiva\u00e7\u00e3o do dep\u00f3sito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o ministro Luiz Fux, relator do caso, uma vez que a Caixa depositou integralmente o valor da a\u00e7\u00e3o enquanto discutia a cobran\u00e7a judicialmente, e que ao final do caso o credor recebeu todo o montante corrigido pelos rendimentos da conta vinculada, n\u00e3o caberia a incid\u00eancia de juros de mora. A decis\u00e3o da Turma do STJ foi un\u00e2nime.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Dep\u00f3sitos judiciais em contas vinculadas est\u00e3o isentos do pagamento de juros de mora, de acordo com entendimento da Primeira Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ), que reformou ac\u00f3rd\u00e3o do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4\u00aa Regi\u00e3o. Em decis\u00e3o preliminar, o TRF havia entendido que dep\u00f3sitos judiciais em conta &#8220;Garantia de Embargos&#8221; n\u00e3o interrompe a incid\u00eancia de mora j\u00e1 que esse tipo de dep\u00f3sito est\u00e1 relacionado ao embargo e n\u00e3o ao pagamento da causa.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2630,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"featured_image_url":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/logo-sinprofaz1.jpg","character_count":518,"formatted_date":"04\/01\/2010 - 12:41","contentNovo":"\r\n<p style=\"text-align: justify;\">A Caixa Econ\u00f4mica Federal (CEF) recorreu da decis\u00e3o do TRF, alegando que o dep\u00f3sito feito na rede banc\u00e1ria, vinculado ou n\u00e3o ao ju\u00edzo, configura cumprida a obriga\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que o dep\u00f3sito judicial \u00e9 feito em conta vinculada, com rendimentos (juros e corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria) que ser\u00e3o revertidos em favor do vencedor da causa. Segundo a Caixa, por esse motivo a cobran\u00e7a de corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria e juros adicionais seria indevida.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Acompanhando o voto do relator, ministro Luiz Fux, a Turma reiterou que o dep\u00f3sito integral para garantia do ju\u00edzo, com vista \u00e0 interposi\u00e7\u00e3o de embargos \u00e0 execu\u00e7\u00e3o, afasta a incid\u00eancia de juros morat\u00f3rios a partir da efetiva\u00e7\u00e3o do dep\u00f3sito.<\/p>\r\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o ministro Luiz Fux, relator do caso, uma vez que a Caixa depositou integralmente o valor da a\u00e7\u00e3o enquanto discutia a cobran\u00e7a judicialmente, e que ao final do caso o credor recebeu todo o montante corrigido pelos rendimentos da conta vinculada, n\u00e3o caberia a incid\u00eancia de juros de mora. 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