{"id":4360,"date":"2016-04-06T12:06:40","date_gmt":"2016-04-06T12:06:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinprofaz.org.br\/?p=4360"},"modified":"2016-04-06T16:27:50","modified_gmt":"2016-04-06T16:27:50","slug":"amicus-curiae-adin-honorarios-advocaticios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/noticias\/amicus-curiae-adin-honorarios-advocaticios\/","title":{"rendered":"AMICUS CURIAE &#8211; ADIN HONOR\u00c1RIOS ADVOCAT\u00cdCIOS"},"content":{"rendered":"<p>Na sua constante e esmerada atua\u00e7\u00e3o em favor da Advocacia P\u00fablica Federal, sobretudo em nome dos Procuradores da Fazenda Nacional, o SINPROFAZ postulou o ingresso como amicus curiae nos autos da ADI n\u00ba 5405, que tramita perante o Supremo Tribunal Federal.<\/p>\n<p>A referida A\u00e7\u00e3o Direta de Inconstitucionalidade foi movida pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, no intuito de declarar inconstitucionais os dispositivos de v\u00e1rias leis que tratam da ren\u00fancia que a Uni\u00e3o fez aos honor\u00e1rios advocat\u00edcios, nas a\u00e7\u00f5es que culminam em acordo com os particulares.<\/p>\n<p>Afinal, a verba honor\u00e1ria \u00e9 propriedade exclusiva dos advogados p\u00fablicos, o que torna inconstitucional o ato da Uni\u00e3o dispor sobre esse personal\u00edssimo patrim\u00f4nio, garantido pelo ordenamento jur\u00eddico brasileiro. Sem mencionar, ainda, que os dispositivos aven\u00e7aram sobre condena\u00e7\u00f5es em honor\u00e1rios j\u00e1 transitadas em julgado, de onde fica ainda mais evidente a inconstitucionalidade dos dispositivos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SINPROFAZ requer ingresso em ADI que busca declarar inconstitucionais dispositivos de leis que veiculam ren\u00fancia de honor\u00e1rios advocat\u00edcios. O patrim\u00f4nio \u00e9 propriedade dos advogados p\u00fablicos garantido pelo ordenamento jur\u00eddico brasileiro. <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2630,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[26,25],"featured_image_url":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/logo-sinprofaz1.jpg","character_count":494,"formatted_date":"06\/04\/2016 - 12:06","contentNovo":"<p>Na sua constante e esmerada atua\u00e7\u00e3o em favor da Advocacia P\u00fablica Federal, sobretudo em nome dos Procuradores da Fazenda Nacional, o SINPROFAZ postulou o ingresso como amicus curiae nos autos da ADI n\u00ba 5405, que tramita perante o Supremo Tribunal Federal.<\/p>\r\n\r\n<p>A referida A\u00e7\u00e3o Direta de Inconstitucionalidade foi movida pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, no intuito de declarar inconstitucionais os dispositivos de v\u00e1rias leis que tratam da ren\u00fancia que a Uni\u00e3o fez aos honor\u00e1rios advocat\u00edcios, nas a\u00e7\u00f5es que culminam em acordo com os particulares.<\/p>\r\n\r\n<p>Afinal, a verba honor\u00e1ria \u00e9 propriedade exclusiva dos advogados p\u00fablicos, o que torna inconstitucional o ato da Uni\u00e3o dispor sobre esse personal\u00edssimo patrim\u00f4nio, garantido pelo ordenamento jur\u00eddico brasileiro. Sem mencionar, ainda, que os dispositivos aven\u00e7aram sobre condena\u00e7\u00f5es em honor\u00e1rios j\u00e1 transitadas em julgado, de onde fica ainda mais evidente a inconstitucionalidade dos dispositivos.<\/p>","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4360"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4360"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4360\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4361,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4360\/revisions\/4361"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2630"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4360"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4360"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4360"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}