{"id":19406,"date":"2025-03-11T15:56:34","date_gmt":"2025-03-11T18:56:34","guid":{"rendered":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/?p=19406"},"modified":"2025-03-11T16:04:16","modified_gmt":"2025-03-11T19:04:16","slug":"agu-evitou-perda-de-r-19-trilhao-para-uniao-com-vitorias-e-acordos-judiciais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/noticias\/agu-evitou-perda-de-r-19-trilhao-para-uniao-com-vitorias-e-acordos-judiciais\/","title":{"rendered":"AGU EVITOU PERDA DE R$ 1,9 TRILH\u00c3O PARA UNI\u00c3O COM VIT\u00d3RIAS E ACORDOS JUDICIAIS"},"content":{"rendered":"<p>A atua\u00e7\u00e3o da Advocacia-Geral da Uni\u00e3o (AGU) evitou perda de R$ 1,9 trilh\u00e3o aos cofres p\u00fablicos por meio de vit\u00f3rias e acordos na Justi\u00e7a em a\u00e7\u00f5es que t\u00eam como parte a Uni\u00e3o e \u00f3rg\u00e3os federais. O resultado re\u00fane dados da atua\u00e7\u00e3o institucional no Judici\u00e1rio nos \u00faltimos dois anos.<\/p>\n<p>Vit\u00f3rias no Supremo Tribunal Federal (STF) foram respons\u00e1veis por boa parte do \u00eaxito alcan\u00e7ado. O julgamento das teses da Revis\u00e3o da Vida Toda e da Corre\u00e7\u00e3o do Fundo de Garantia do Tempo de Servi\u00e7o (FGTS), juntas, tiveram impacto de R$ 1,043 trilh\u00e3o nos valores economizados judicialmente no ano passado.<\/p>\n<p>Em outra atua\u00e7\u00e3o de sucesso, a\u00e7\u00e3o movida pela AGU garantiu no STF a manuten\u00e7\u00e3o das al\u00edquotas de PIS\/Pasep e da Cofins restabelecidas pelo Decreto n\u00ba 11.374\/2023, que a gest\u00e3o anterior havia reduzido \u00e0 metade no \u00faltimo dia \u00fatil de 2022. A vit\u00f3ria da tese da AGU evitou para a Uni\u00e3o uma perda estimada em R$ 1,4 bilh\u00e3o somente nos primeiros tr\u00eas meses de 2023.<\/p>\n<p>S\u00f3 no ano passado, por meio de sua atua\u00e7\u00e3o judicial, a AGU livrou os cofres p\u00fablicos de um desembolso de R$ 1,5 trilh\u00e3o, volume tr\u00eas vezes maior do que o resultado obtido em 2023, que foi de R$ 433,bilh\u00f5es. Os valores se referem \u00e0s a\u00e7\u00f5es contra a Uni\u00e3o ou \u00f3rg\u00e3os federais que, em virtude da atua\u00e7\u00e3o da AGU, foram julgadas total ou parcialmente improcedentes pelo Poder Judici\u00e1rio, al\u00e9m dos montantes das condena\u00e7\u00f5es judiciais que foram reduzidos.<\/p>\n<p>Os acordos judiciais tamb\u00e9m foram relevantes para evitar desembolsos da Uni\u00e3o. Em 2024, as perdas evitadas com essas negocia\u00e7\u00f5es foram de R$ 28,9 bilh\u00f5es e, em 2023, de R$ 64,6 bilh\u00f5es. O montante corresponde a valores que deixam de ser pagos com a extin\u00e7\u00e3o do processo judicial, como, por exemplo, juros de mora e corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria, honor\u00e1rios advocat\u00edcios da parte contr\u00e1ria, custos despendidos pelo Poder Judici\u00e1rio e pela AGU para movimentar o processo, al\u00e9m de des\u00e1gio negociado pela AGU no valor devido em caso de condena\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o ou dos \u00f3rg\u00e3os federais.<\/p>\n<p><strong>Concilia\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/strong>Desde 2023, a AGU tem incentivado e estimulado a concilia\u00e7\u00e3o e a realiza\u00e7\u00e3o de acordos como forma de resolu\u00e7\u00e3o de conflitos. A pol\u00edtica de incentivar a composi\u00e7\u00e3o judicial atende ao objetivo de reduzir a litigiosidade, sobretudo em casos que contam com jurisprud\u00eancia desfavor\u00e1vel \u00e0s teses jur\u00eddicas dos entes federais. &#8220;A concilia\u00e7\u00e3o \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o em que todos ganham. O Estado, porque reduz o custo com as prov\u00e1veis condena\u00e7\u00f5es e com a extens\u00e3o da tramita\u00e7\u00e3o dos processos, e as outras partes das causas &#8211; cidad\u00e3os, entidades e institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas ou privadas &#8211; porque t\u00eam seus direitos assegurados e podem deles usufruir com mais rapidez&#8221;, diz o advogado-geral da Uni\u00e3o, Jorge Messias.<\/p>\n<p>No STF, acordos celebrados pela AGU com o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e cinco estados brasileiros encerraram processos judiciais que tramitavam h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas e evitaram o pagamento de R$ 12,4 bilh\u00f5es pela Uni\u00e3o, al\u00e9m de terem liberado R$ 6,4 bilh\u00f5es para os estados investirem em educa\u00e7\u00e3o. Bahia, Alagoas, Par\u00e1, Sergipe e Pernambuco cobravam da Uni\u00e3o diferen\u00e7as de repasses do antigo Fundo de Manuten\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valoriza\u00e7\u00e3o do Magist\u00e9rio (Fundef), que existiu entre 1998 e 2007.<\/p>\n<p>No campo previdenci\u00e1rio, por meio da Procuradoria-Geral Federal (PGF), foram homologados judicialmente 645 mil acordos. Com a medida, a Uni\u00e3o evitou um gasto de R$ 572 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A Procuradoria-Geral da Uni\u00e3o (PGU), por interm\u00e9dio da Procuradoria Nacional da Uni\u00e3o de Negocia\u00e7\u00e3o (PNNE), celebrou, em 2024, mais de 36 mil acordos em processos nos quais a Uni\u00e3o era devedora. As pr\u00e1ticas conciliat\u00f3rias nos processos envolvendo a Uni\u00e3o evitaram desembolso de R$ 16,9 bilh\u00f5es para o er\u00e1rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Assessoria Especial de Comunica\u00e7\u00e3o Social da AGU<\/em><\/p>\n\n\t\t<style type=\"text\/css\">\n\t\t\t#gallery-1 {\n\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\twidth: 33%;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 img {\n\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t}\n\t\t\t#gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t}\n\t\t\t\/* see gallery_shortcode() in wp-includes\/media.php *\/\n\t\t<\/style>\n\t\t<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-19406 gallery-columns-3 gallery-size-thumbnail'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/2-2.png'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/2-2-150x150.png\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/dt><\/dl>\n\t\t\t<br style='clear: both' \/>\n\t\t<\/div>\n\n<p><!-- notionvc: e4072af5-5477-441f-b8ca-728dcebddc6f --><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ESFOR\u00c7O FISCAL: a AGU evitou perda de R$ 1,9 trilh\u00e3o aos cofres p\u00fablicos por meio de vit\u00f3rias e acordos na Justi\u00e7a em a\u00e7\u00f5es que t\u00eam como parte a Uni\u00e3o e \u00f3rg\u00e3os federais. 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Os valores se referem \u00e0s a\u00e7\u00f5es contra a Uni\u00e3o ou \u00f3rg\u00e3os federais que, em virtude da atua\u00e7\u00e3o da AGU, foram julgadas total ou parcialmente improcedentes pelo Poder Judici\u00e1rio, al\u00e9m dos montantes das condena\u00e7\u00f5es judiciais que foram reduzidos.\r\n\r\nOs acordos judiciais tamb\u00e9m foram relevantes para evitar desembolsos da Uni\u00e3o. Em 2024, as perdas evitadas com essas negocia\u00e7\u00f5es foram de R$ 28,9 bilh\u00f5es e, em 2023, de R$ 64,6 bilh\u00f5es. O montante corresponde a valores que deixam de ser pagos com a extin\u00e7\u00e3o do processo judicial, como, por exemplo, juros de mora e corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria, honor\u00e1rios advocat\u00edcios da parte contr\u00e1ria, custos despendidos pelo Poder Judici\u00e1rio e pela AGU para movimentar o processo, al\u00e9m de des\u00e1gio negociado pela AGU no valor devido em caso de condena\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o ou dos \u00f3rg\u00e3os federais.\r\n\r\n<strong>Concilia\u00e7\u00e3o\r\n<\/strong>Desde 2023, a AGU tem incentivado e estimulado a concilia\u00e7\u00e3o e a realiza\u00e7\u00e3o de acordos como forma de resolu\u00e7\u00e3o de conflitos. A pol\u00edtica de incentivar a composi\u00e7\u00e3o judicial atende ao objetivo de reduzir a litigiosidade, sobretudo em casos que contam com jurisprud\u00eancia desfavor\u00e1vel \u00e0s teses jur\u00eddicas dos entes federais. \"A concilia\u00e7\u00e3o \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o em que todos ganham. O Estado, porque reduz o custo com as prov\u00e1veis condena\u00e7\u00f5es e com a extens\u00e3o da tramita\u00e7\u00e3o dos processos, e as outras partes das causas - cidad\u00e3os, entidades e institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas ou privadas - porque t\u00eam seus direitos assegurados e podem deles usufruir com mais rapidez\", diz o advogado-geral da Uni\u00e3o, Jorge Messias.\r\n\r\nNo STF, acordos celebrados pela AGU com o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e cinco estados brasileiros encerraram processos judiciais que tramitavam h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas e evitaram o pagamento de R$ 12,4 bilh\u00f5es pela Uni\u00e3o, al\u00e9m de terem liberado R$ 6,4 bilh\u00f5es para os estados investirem em educa\u00e7\u00e3o. Bahia, Alagoas, Par\u00e1, Sergipe e Pernambuco cobravam da Uni\u00e3o diferen\u00e7as de repasses do antigo Fundo de Manuten\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valoriza\u00e7\u00e3o do Magist\u00e9rio (Fundef), que existiu entre 1998 e 2007.\r\n\r\nNo campo previdenci\u00e1rio, por meio da Procuradoria-Geral Federal (PGF), foram homologados judicialmente 645 mil acordos. Com a medida, a Uni\u00e3o evitou um gasto de R$ 572 milh\u00f5es.\r\n\r\nA Procuradoria-Geral da Uni\u00e3o (PGU), por interm\u00e9dio da Procuradoria Nacional da Uni\u00e3o de Negocia\u00e7\u00e3o (PNNE), celebrou, em 2024, mais de 36 mil acordos em processos nos quais a Uni\u00e3o era devedora. As pr\u00e1ticas conciliat\u00f3rias nos processos envolvendo a Uni\u00e3o evitaram desembolso de R$ 16,9 bilh\u00f5es para o er\u00e1rio.\r\n\r\n&nbsp;\r\n\r\n<em>Assessoria Especial de Comunica\u00e7\u00e3o Social da AGU<\/em>\r\n\r\n[gallery link=\"file\" ids=\"19408\"]\r\n\r\n","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19406"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19406"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19406\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19409,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19406\/revisions\/19409"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19410"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19406"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19406"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19406"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}