{"id":1328,"date":"2013-05-28T12:06:19","date_gmt":"2013-05-28T12:06:19","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T03:00:00","slug":"novo-ministro-do-stf-comentou-sobre-o-ativismo-das-supremas-cortes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/noticias\/novo-ministro-do-stf-comentou-sobre-o-ativismo-das-supremas-cortes\/","title":{"rendered":"Novo Ministro do STF comentou sobre o ativismo das Supremas Cortes"},"content":{"rendered":"<p>Em entrevista para a revista Justi\u00e7a Fiscal, edi\u00e7\u00e3o n\u00ba 2, em junho de 2009, o advogado constitucionalista Lu\u00eds Roberto Barroso pontuava que \u201co Judici\u00e1rio deixou de ser um departamento t\u00e9cnico especializado e tornou-se um poder pol\u00edtico\u201d.<\/p>\n<p>Indicado pela presidente Dilma Rousseff, Barroso assumir\u00e1 vaga de Carlos Ayres Britto, que se aposentou em novembro de 2012 ap\u00f3s completar 70 anos, idade m\u00e1xima para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). O an\u00fancio oficial ocorreu na quinta passada, 23\/05.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca em que concedeu entrevista para a publica\u00e7\u00e3o do Sinprofaz, ao ser questionado sobre o ativismo das Supremas Cortes, Barroso, que j\u00e1 era apontado como um dos maiores especialistas em Direito Constitucional do pa\u00eds, afirmara: \u201cO ativismo \u00e9 uma atua\u00e7\u00e3o proativa do Judici\u00e1rio, expandindo o sentido e o alcance da Constitui\u00e7\u00e3o para tratar de situa\u00e7\u00f5es que n\u00e3o foram expressamente contempladas, quer pelo constituinte quer pelo legislador ordin\u00e1rio. H\u00e1 uma crise de representatividade e de funcionalidade no Legislativo que fez com que o Judici\u00e1rio ocupasse mais espa\u00e7o, atendendo ele pr\u00f3prio certas demandas da sociedade que o Congresso n\u00e3o tem podido ou n\u00e3o tem conseguido atender\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em entrevista para a revista Justi\u00e7a Fiscal, o advogado constitucionalista Lu\u00eds Roberto Barroso pontuava em 2009 que \u201co Judici\u00e1rio deixou de ser um departamento t\u00e9cnico especializado e tornou-se um poder pol\u00edtico\u201d.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"featured_image_url":"https:\/\/dummyimage.com\/720x400","character_count":621,"formatted_date":"28\/05\/2013 - 12:06","contentNovo":"\r\n<p>Em entrevista para a revista Justi\u00e7a Fiscal, edi\u00e7\u00e3o n\u00ba 2, em junho de 2009, o advogado constitucionalista Lu\u00eds Roberto Barroso pontuava que \u201co Judici\u00e1rio deixou de ser um departamento t\u00e9cnico especializado e tornou-se um poder pol\u00edtico\u201d.<\/p>\r\n<p>Indicado pela presidente Dilma Rousseff, Barroso assumir\u00e1 vaga de Carlos Ayres Britto, que se aposentou em novembro de 2012 ap\u00f3s completar 70 anos, idade m\u00e1xima para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). O an\u00fancio oficial ocorreu na quinta passada, 23\/05.<\/p>\r\n<p>Na \u00e9poca em que concedeu entrevista para a publica\u00e7\u00e3o do Sinprofaz, ao ser questionado sobre o ativismo das Supremas Cortes, Barroso, que j\u00e1 era apontado como um dos maiores especialistas em Direito Constitucional do pa\u00eds, afirmara: \u201cO ativismo \u00e9 uma atua\u00e7\u00e3o proativa do Judici\u00e1rio, expandindo o sentido e o alcance da Constitui\u00e7\u00e3o para tratar de situa\u00e7\u00f5es que n\u00e3o foram expressamente contempladas, quer pelo constituinte quer pelo legislador ordin\u00e1rio. H\u00e1 uma crise de representatividade e de funcionalidade no Legislativo que fez com que o Judici\u00e1rio ocupasse mais espa\u00e7o, atendendo ele pr\u00f3prio certas demandas da sociedade que o Congresso n\u00e3o tem podido ou n\u00e3o tem conseguido atender\u201d.<\/p>","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1328"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1328"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1328\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1328"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1328"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1328"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}