{"id":10745,"date":"2019-11-19T09:15:09","date_gmt":"2019-11-19T12:15:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinprofaz.org.br\/?p=10745"},"modified":"2019-11-20T09:45:22","modified_gmt":"2019-11-20T12:45:22","slug":"em-audiencia-no-senado-pfn-filiado-aborda-desigualdade-da-carga-tributaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/noticias\/em-audiencia-no-senado-pfn-filiado-aborda-desigualdade-da-carga-tributaria\/","title":{"rendered":"EM AUDI\u00caNCIA NO SENADO, PFN FILIADO ABORDA DESIGUALDADE DA CARGA TRIBUT\u00c1RIA"},"content":{"rendered":"<p>O filiado Leonardo Alvim j\u00e1 atuou como coordenador-geral de Assuntos Tribut\u00e1rios da PGFN e procurador-geral adjunto de Assuntos Tribut\u00e1rios. Convidado por Paulo Paim (PT\/RS) para participar de audi\u00eancia p\u00fablica promovida pela Comiss\u00e3o de Direitos Humanos do Senado Federal, o procurador da Fazenda Nacional explicou o porqu\u00ea de os pobres pagarem mais tributos que os ricos. Alvim revelou que a Economia divide as riquezas em tr\u00eas tipos: consumida, acumulada e criada e, para exemplificar, comparou os tipos de consumo e de investimento de pessoas com sal\u00e1rios muito desiguais.<\/p>\n<p>&#8220;Uma pessoa que ganha R$ 1 mil por m\u00eas gasta tudo o que tem e n\u00e3o faz aplica\u00e7\u00f5es financeiras ou investimentos. No Brasil, a carga tribut\u00e1ria incide mais sobre o consumo. Tributa-se pouco determinadas express\u00f5es de riqueza que as pessoas mais pobres n\u00e3o t\u00eam. Ent\u00e3o, se a carga tribut\u00e1ria sobre o consumo \u00e9 mais alta, proporcionalmente o pobre pagar\u00e1 mais, porque as outras modalidades de riqueza (investimento em im\u00f3veis e aplica\u00e7\u00e3o financeira, por exemplo) s\u00e3o capacidades contributivas que ele n\u00e3o tem.&#8221;<\/p>\n<p>Confira a exposi\u00e7\u00e3o de Leonardo Alvim no Senado Federal:\u00a0<a href=\"https:\/\/youtu.be\/o2Au7zezIsw\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/youtu.be\/o2Au7zezIsw<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Convidado pelo senador Paulo Paim (PT\/RS) para participar de audi\u00eancia p\u00fablica promovida pela Comiss\u00e3o de Direitos Humanos do Senado Federal, o procurador da Fazenda Nacional filiado Leonardo Alvim explicou o porqu\u00ea de os pobres pagarem mais tributos que os ricos.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":10746,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[128,53,25],"featured_image_url":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/leonardo.png","character_count":605,"formatted_date":"19\/11\/2019 - 09:15","contentNovo":"O filiado Leonardo Alvim j\u00e1 atuou como coordenador-geral de Assuntos Tribut\u00e1rios da PGFN e procurador-geral adjunto de Assuntos Tribut\u00e1rios. Convidado por Paulo Paim (PT\/RS) para participar de audi\u00eancia p\u00fablica promovida pela Comiss\u00e3o de Direitos Humanos do Senado Federal, o procurador da Fazenda Nacional explicou o porqu\u00ea de os pobres pagarem mais tributos que os ricos. Alvim revelou que a Economia divide as riquezas em tr\u00eas tipos: consumida, acumulada e criada e, para exemplificar, comparou os tipos de consumo e de investimento de pessoas com sal\u00e1rios muito desiguais.\r\n\r\n\"Uma pessoa que ganha R$ 1 mil por m\u00eas gasta tudo o que tem e n\u00e3o faz aplica\u00e7\u00f5es financeiras ou investimentos. No Brasil, a carga tribut\u00e1ria incide mais sobre o consumo. Tributa-se pouco determinadas express\u00f5es de riqueza que as pessoas mais pobres n\u00e3o t\u00eam. Ent\u00e3o, se a carga tribut\u00e1ria sobre o consumo \u00e9 mais alta, proporcionalmente o pobre pagar\u00e1 mais, porque as outras modalidades de riqueza (investimento em im\u00f3veis e aplica\u00e7\u00e3o financeira, por exemplo) s\u00e3o capacidades contributivas que ele n\u00e3o tem.\"\r\n\r\nConfira a exposi\u00e7\u00e3o de Leonardo Alvim no Senado Federal:\u00a0<a href=\"https:\/\/youtu.be\/o2Au7zezIsw\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/youtu.be\/o2Au7zezIsw<\/a>","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10745"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10745"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10745\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10758,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10745\/revisions\/10758"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10746"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10745"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10745"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sinprofaz.org.br\/2024\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10745"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}