Resultados da pesquisa por “democracia” – SINPROFAZ

BUSCA


Resultado da busca para: democracia

NO TSE, SINPROFAZ PARTICIPA DA II SEMANA DA DEFESA DA DEMOCRACIA

O SINPROFAZ participou da II Semana da Democracia, evento organizado pela Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia da AGU (PNDD). O evento tem por objetivo apresentar um balanço das atividades da PNDD, assim como discutir temas relevantes e atuais relacionados à proteção da democracia e o combate à desinformação.


NOTA CONJUNTA DE ESCLARECIMENTO: EM DEFESA DA ADVOCACIA PÚBLICA E DA DEMOCRACIA

É com respeito à instituição democrática e à função primordial desempenhada pela Advocacia Pública que as associações subscritas, por meio desta nota, esclarecem sobre as recentes declarações proferidas pelo Presidente do Senado Federal.


SINPROFAZ COMPARECE À SOLENIDADE DE LANÇAMENTO DO OBSERVATÓRIO DA DEMOCRACIA

O diretor Roberto Rodrigues compareceu ao lançamento do Observatório da Democracia. A solenidade teve como anfitrião o AGU filiado Jorge Messias e foi oportunidade para a posse de Ricardo Lewandowski como presidente do Observatório.


ESCOLA DA AGU LANÇA CURSO SOBRE “DEMOCRACIA E COMBATE À DESINFORMAÇÃO”

O SINPROFAZ convida a Carreira para participar do curso “Democracia e Combate à Desinformação”. Lançada pela Escola Superior da AGU, a capacitação contará com professores nacionais e estrangeiros.


SINPROFAZ CONTRIBUI PARA REGULAMENTAÇÃO DA PROCURADORIA DE DEFESA DA DEMOCRACIA

Achilles Frias participou de reunião do grupo de trabalho criado para discussão do tema “Democracia e Representação de Agentes Públicos”. Os debates deverão nortear a regulamentação da PNDD.


SINPROFAZ COMPARECE À REUNIÃO INAUGURAL DA PROCURADORIA NACIONAL EM DEFESA DA DEMOCRACIA

O evento contou com as presenças de Jorge Messias, Clarice Calixto, Ricardo Zamora, que representou o ministro Paulo Pimenta, Marcelo Almeida e Raniere Lins. Ao longo da reunião, foi apresentado o escopo de trabalho do novo órgão.


NO CONGRESSO NACIONAL, SINPROFAZ PARTICIPA DE ATO EM DEFESA DA DEMOCRACIA

O SINPROFAZ, representado pelo diretor Sérgio Carneiro, participou da mobilização “O caminho inverso: ato pela democracia”, promovida pelo SINDILEGIS. A mobilização ocorreu um mês após a invasão do Congresso nos atos terroristas de 8 de janeiro.


EM REUNIÃO COM VICE-AGU, SINPROFAZ DEBATE CRIAÇÃO DA PROCURADORIA DE DEFESA DA DEMOCRACIA

O SINPROFAZ, representado pelo presidente Achilles Frias, compareceu na sexta-feira (13) à sede da Advocacia-Geral da União para encontro com o vice-AGU, Flávio Roman, e o procurador-geral da União, Marcelo Almeida.


FILIADO PUBLICA ARTIGO SOBRE “A DEMOCRACIA ADIADA DOS PARTIDOS POLÍTICOS”

O filiado Daniel Giotti teve artigo publicado ontem (10) pelo portal Congresso em Foco. No texto, o procurador da Fazenda Nacional discorre a respeito do desafio de salvar as democracias, sob risco motivado pela polarização e pela baixa confiança nos partidos.


PFNS SÃO RESPONSÁVEIS POR ZELAR PELA DEMOCRACIA, AFIRMA DIRETORA

O SINPROFAZ promoveu, de 28 de novembro a 1º de dezembro de 2019, o 19º Encontro Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional. Entre os representantes da Diretoria presentes no evento, esteve Iolanda Guindani.


“O TEMA ‘DEMOCRACIA’ É MUITO CARO PARA NÓS”, AFIRMA PROCURADOR DA FAZENDA NACIONAL

Rafael Pedroso Colembergue já atuou como delegado sindical no Rio Grande do Sul. Em entrevista concedida na oportunidade do 19º Encontro do SINPROFAZ, o PFN abordou o tema do evento: PGFN e Democracia.


PARA ROGÉRIO CAMPOS, “SINPROFAZ É IMPORTANTE FORO DE DEFESA DA DEMOCRACIA”

Rogério Campos é representante da Carreira no CCHA desde a fundação do Conselho. Em seu segundo mandato no Comitê, o PFN apresentou painel durante o 19º Encontro do SINPROFAZ, em que fez uma prestação de contas.


“A DEMOCRACIA NO BRASIL ESTÁ EM GRANDE CRISE”, AFIRMA MARCELO NEVES

Professor de Direito Público da Universidade de Brasília, Marcelo Neves foi um dos palestrantes do 19º Encontro do SINPROFAZ. Em entrevista, ele falou sobre a importância do evento, onde os PFNs discutiram a questão democrática no país.


EM PALESTRA, AGU ABORDA PAPEL DA ADVOCACIA PÚBLICA NA DEFESA DA DEMOCRACIA

A mesa de encerramento do 19º Encontro contou com a presença do advogado-geral da União. Em palestra aos PFNs, André Mendonça deu destaque à importância da Advocacia Pública no contexto dos Três Poderes.


PARA JOSÉ LEVI, DEMOCRACIA ESTÁ NA ESSÊNCIA DA ATIVIDADE DOS PFNS

O procurador-geral da Fazenda Nacional, José Levi Mello do Amaral Júnior, marcou presença no 19º Encontro do SINPROFAZ. Em entrevista, ele abordou a importância do evento, que é oportunidade de integrar Colegas das mais diferentes regiões do país.


EM PALESTRA NO 19º ENCONTRO, PROFESSOR TRATA DA REINVENÇÃO DA DEMOCRACIA

A primeira noite do 19º Encontro do SINPROFAZ contou com palestra de Marcelo Neves, professor titular de Direito Público da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB). Marcelo Neves é filho do PFN José Cavalcanti Neves, ex-procurador-geral da Fazenda Nacional.


DEMOCRACIA, REFORMAS E COMUNICAÇÃO PAUTAM SEGUNDA NOITE DO 19º ENCONTRO

Uma mesa inédita marcou a segunda noite (29) do 19º Encontro do SINPROFAZ. Os expositores, convidados pela primeira vez a participar do evento, abordaram temas como Estado democrático, reformas de iniciativa do governo e imprensa.


PARA EX-PRESIDENTE, DEFESA DA JUSTIÇA FISCAL E DA DEMOCRACIA É MISSÃO SINDICAL

Cenário desafiador que se apresenta no país exige, por parte do Sindicato, a defesa dos interesses da Carreira e a proteção da própria sociedade. Foi o que afirmou, em entrevista, o ex-presidente do SINPROFAZ Heráclio Camargo.


DEMOCRACIA PARA A PGFN

Neste mês, o exitoso Movimento de Entrega de Cargos completaria onze meses. Atentando para a realidade posta, sentimos, em consonância com as bases, que chegou a hora de suspendermos a Entrega de Cargos buscando a efetividade de um novo instrumento de pressão, visando perenemente o avanço institucional.


O fim da democracia brasileira?

A Constituição Federal de 1988 pretendeu não apenas regulamentar a estrutura do Estado brasileiro (art. 18, CF), nem buscou somente apresentar direitos e garantias individuais mínimos para os sujeitos de direito (arts. 5º e 6º, CF), a Charta que emergiu de um período de turbulências político-econômicas almejou, de fato, servir de instrumento para a transformação da nossa sociedade.

Tal transformação se daria não por meio da intervenção estatal na economia (art. 173, CF), como tinha ocorrido anteriormente, mas por meio de assegurar em todos os espaços da vida pública uma práxis que havia sido sufocado desde o AI-5 e que se apresentaria como um dos valores estruturais do Estado criado pela Charta de 1988: a democracia.

Uma leitura atenta da nossa constituição nos revela que esta Constituição pretendeu impregnar a nossa sociedade de democracia, em todos os espaços públicos.

Por espaços públicos entendam-se os locais em que o indivíduo atua como cidadão (art. 17, CF), consumidor (arts. 170 e 175, parágrafo único, II, CF), trabalhador (arts. 8º, 10 e 11, CF), administrado (art. 194, VII, CF), empresário (art. 173, §1º, IV, CF) etc.

Ou seja, a Constituição de 1988 decidiu que o princípio democrático deveria permear todas as relações públicas travadas entre os indivíduos. Pretendeu transformar em Ágora, na praça de debates de Atenas (a pólis grega), todos os espaços em que pudesse existir possibilidade de debates, de exposição de idéias políticas, de perspectivas sobre a realidade etc.

Esta impregnação de democracia nos espaços públicos deveria existir, sobretudo, para possibilitar que a liberdade de expressão fosse utilizada, inclusive, para o controle daqueles que estivessem no exercício de poderes (art. 220 e §§ 1º e 2º, CF), seria um instrumento para coibir abusos praticados por qualquer indivíduo que estivesse na gestão da res publica.

Poderia-se afirmar que a liberdade de expressão incluiria a liberdade de denunciar tais abusos a fim de poder controlar os detentores dos poderes constituídos.

Esta dimensão da liberdade de expressão fica bem clara nas palavras do Ministro Celso de Mello:

Ninguém ignora que, no contexto de uma sociedade fundada em bases democráticas, mostra-se intolerável a repressão estatal ao pensamento, ainda mais quando a crítica – por mais dura que seja – revele-se inspirada pelo interesse coletivo e decorra da prática legítima, como sucede na espécie, de uma liberdade pública de extração eminentemente constitucional (CF, art. 5º, IV, c/c o art. 220). Não se pode desconhecer que a liberdade de imprensa, enquanto projeção da liberdade de manifestação de pensamento e de comunicação, reveste-se de conteúdo abrangente, por compreender, dentre outras prerrogativas relevantes que lhe são inerentes, (a) o direito de informar, (b) o direito de buscar a informação, (c) o direito de opinar e (d) o direito de criticar. (AI 505.595, Rel. Min. Celso de Mello, decisão monocrática, julgamento em 11-11-2009, DJE de 23-11-2009.)

A Constituição de 1988 pretendeu criar não apenas uma democracia formal, em que o indivíduo teria apenas o poder-dever de votar em seus representantes (art. 14, §1º, I, CF), em verdade, buscou construir uma sociedade em que a participação popular fosse um valor, já que nos espaços públicos seria possível a manifestação do pensamento.

Esta era a democracia idealizada pela Charta de 1988.

Entretanto, transcorridos mais de duas décadas após da sua promulgação, o que se vê é que ocorre um intenso movimento contrário às expectativas do Constituinte originário está em curso.

O poder público não criou espaços em que as opiniões possam ser proferidas, em suma, as decisões políticas tomadas pelos governantes são baseados em seus compromissos políticos, quaisquer que sejam eles.

Mesmo que existam espaços públicos, as manifestações proferidas nestes ambientes não são relevantes para a construção das decisões políticas já que os gestores da coisa pública utilizam tais espaços apenas para, por meio deste procedimento, legitimar uma tomada de decisão previamente construída.

Ou seja, em outras palavras, para que servem as audiências públicas (art. 32 da Lei nº 9.784/99) se a construção das opções decisórias já foram pré-estabelecidas e, muitas vezes, as decisões já estão tomadas?

Portanto, os representantes populares estão cada mais vez se distanciando da fonte de todo poder: o Povo (art. 1º, parágrafo único, CF).

Este fenômeno também gera nas Instituições republicanas uma estranha miopia, que as impede de ver com nitidez os interesses dos diversos grupos sociais e as necessidades mais prementes da nossa sociedade.

Esta moléstia que atinge as Instituições, ao mesmo tempo em que as leva a não observar as necessidades do Povo, também faz nascer nelas uma falsa impressão de o papel da população é irrelevante: como os detentores dos poderes constituídos não enxergam o Povo, eles começam acreditar que ele não existe, ou, se existe, apenas está aí para elegê-los.

Portanto, os detentores dos poderes constituídos na nossa democracia além de não enxergarem o Povo, devido a sua miopia, também não desejam que haja diálogo entre os “populares” para que não exista ruído, para que não exista efetivo controle pelos cidadãos (art. 5º, LXXIII, CF).

Um sintoma disto é que as assembléias de sindicatos, de associações e de cooperativas perderam espaço para mobilizações construídas em redes sociais, como o Facebook. As opiniões transmitidas por meio de blogs ganham importância porque, na ausência de real espaço público-político, a Internet permite um verdadeiro debate de opiniões e liberdade de expressão. Nestes ambientes, sente-se que se é escutado e que, portanto, vale à pena se manifestar.

Atenta a este fato a Justiça Eleitoral até já buscou cercear a manifestação política eleitoral na Internet (art. 20 da Instrução nº 131, Res. nº 23.191, do TSE). Parece que o que importa é calar o Povo em qualquer local em que sua voz possa ser realmente ouvida. Para os nossos governantes, para que o nosso Povo seja bom, é necessário que ele seja muito silencioso e que, se possível, seja também invisível.

Esta necessidade de silenciar a população, a nosso sentir, fica bem evidente na absoluta ineficácia e perda de sentido, por exemplo, em coisas simples, como a construção do orçamento municipal, pondo um fim a qualquer possibilidade de instituição de gestão participativa, apesar de existir dispositivos legais sobre o tema (art. 48, parágrafo único e art. 48-A, da Lei de Responsabilidade Fiscal).

A nosso sentir, o ato da Justiça Eleitoral de coibir a vedação de manifestação política coletiva no dia das eleições (art. 49, §1º, da Instrução nº 131, Res. nº 23.191, do TSE) é um sintoma que nada mais revela que a “festa da democracia” se transformou em um velório, expondo o que já está claro: a nossa democracia chegou ao fim.

O que se vê aí é apenas uma forma sem essência, um simulacro, uma grande farsa que encobre a realidade, nosso sistema político não enxerga mais o Povo brasileiro.


Autor

André Emmanuel Batista Barreto Campello

Procurador da Fazenda Nacional. Exerceu os cargos de Advogado da União, Procurador Federal e Analista Judiciário – Executante de Mandados/TRT 16ª Região e a função de Conciliador Federal – Seção Judiciária do Maranhão. Professor de Direito Tributário da Faculdade São Luís e ex-professor substituto de Direito da UFMA. Especialista em Docência e Pesquisa no Ensino Superior.

(NBR 6023:2002 ABNT): CAMPELLO, André Emmanuel Batista Barreto. O fim da democracia brasileira?. Jus Navigandi, Teresina, ano 16, n. 2909, 19 jun. 2011 . Disponível em: <http://jus.com.br/revista/texto/19349>. Acesso em: 24 jun. 2013.


“A advocacia pública cresce com a democracia”

Por Marcos de Vasconcellos e Elton Bezerra Advogar para o Estado é diferente de advogar para o governo. Para Márcia Maria Barreta Fernandes Semer, presidente recentemente reeleita da Associação dos Procuradores do Estado de São Paulo (Apesp), a diferença que, para leigos, pode parecer apenas de nomenclatura, deve ser resguardada com cuidado. A classe pode…


Defesa da democracia é um compromisso de todos nós

João Carlos Souto*

De longa data a Ordem dos Advogados do Brasil tem assumido posições que transcendem a mera representação e defesa dos advogados, sua principal missão. A OAB enfrentou a ditadura militar e deu início ao processo de impeachment na década de 90 do século XX, convidando a ABI para conjuntamente assinar a petição mais tarde protocolada na Câmara dos Deputados.

No que diz respeito ao seu enfrentamento à ditadura, ela, naquele período, não se limitou na defesa das prerrogativas dos advogados; ao contrário, se manteve aberta, diligente e corajosa para os graves problemas políticos que afligiam o Brasil de fins da década de 60 ao início dos anos 80 do século XX.

A opção pela defesa da democracia e pelo enfrentamento ao establishment por certo foi o grande responsável pela conquista literalmente com sangue e suor da respeitabilidade da sociedade brasileira, que passou a identificar na OAB uma entidade civil preocupada não somente com os interesses corporativos da advocacia, mas, para além disso, uma entidade aliada na defesa do Estado Democrático de Direito.

É sintomático que após esse engajamento político/social OAB e advogados tenham obtido relevante espaço na Constituição Federal de 1988, como nunca antes na História:
indispensabilidade do advogado à administração da Justiça, participação em bancas de concurso público na área jurídica, legitimidade para deflagrar o processo de controle abstrato da constitucionalidade das leis, previsão de assento em tribunais, e, por obra do Constituinte Derivado, voz e voto nos órgãos de controle administrativo da magistratura e do Ministério Público.

Guardadas as devidas proporções defendo que o Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal deva assumir posições para além da mera defesa das prerrogativas das carreiras que ele representa. Tanto quanto possível e sempre que esteja em evidência assunto que diga respeito à democracia, aos princípios constitucionais fundamentais, o Fórum Nacional pode e deve se manifestar.

Além da defesa da própria democracia essa postura contribui para imprimir maior visibilidade à Instituição (AGU) e as carreiras que o Fórum representa. Nessa linha, publicamos artigo na Folha de São Paulo em defesa da advocacia pública na construção das balizas legais do pré-sal, entre outras atividades de relevo para além da defesa remuneratória.

Com todo o respeito, parece-me equivocada a posição dos que defendem a atuação exclusiva do Fórum Nacional em defesa das carreiras. Não me parece a opção mais inteligente se ater as entranhas de cada carreira, identificar-se exclusivamente como uma entidade de defesa das prerrogativas, da pauta das carreiras, enfim, da corporação.

O Fórum Nacional será tanto mais forte, mais importante, mais lembrado, mais citado, se buscar, com prudência e equilíbrio, dar continuidade ao processo de abertura e inserção que procuramos imprimir durante nossa presidência (2007/2011). Evidentemente que ninguém concebe o Fórum Nacional como uma entidade a se ocupar dos problemas mundiais, claro que não. Contudo, a manifestação sobre assuntos graves, de cunho jurídico, nacional ou internacional, é sempre bem vinda e importante na construção da visibilidade do Fórum e de sua própria identidade.

E integra a nossa identidade, como cidadãos, e, mais ainda, como profissionais do Direito, responsáveis pela defesa do Estado de Direito, a democracia na América Latina. É importante lembrar que o Constituinte Originário de 1988 estabeleceu como princípio fundamental da República Federativa do Brasil, no plano internacional, a integração econômica, política, social e cultural da América Latina.

Faço essas considerações em torno da crise institucional instalada no Paraguai com a deposição do presidente Fernando Lugo, vítima de um impeachment em um processo mais que sumário. Aqui cabe uma comparação: embora Danton já soubesse o resultado do julgamento montado por Robespierre e seus comparsas, a ele, no século XVIII, não lhe foi negada a palavra, pelo menos por alguns dias. A Lugo concederam não mais que algumas horas.

A democracia se fez ausente na América Latina por largo período. Os que temos 40 anos vivemos os últimos momentos de uma ditadura militar, em que sindicatos eram fechados, imprensa amordaçada e o Ministério Público uma repartição do Poder Executivo, isso para não citar vícios ainda mais graves dos 21 anos de chumbo. Todos temos responsabilidade na defesa da democracia, para que esses episódios de triste memória não se repitam.

A democracia no Paraguai diz respeito ao Brasil, aos princípios fundamentais da nossa República, e nós da advocacia pública temos um compromisso umbilical com a defesa do Estado de Direito, com a defesa desses princípios.


*Procurador da Fazenda Nacional, professor de Direito Constitucional, ex-presidente do Fórum Nacional da Advocacia Pública Federal (2007/2011) e do Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (2005/2009).

Publicado em Consultor Jurídico


Indicação do Ministro Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal

A escolha representa um marco histórico para a Advocacia Pública: pela primeira vez, um Procurador da Fazenda Nacional é chamado a compor a mais alta Corte do país.


Sinprofaz participa da manifestação nacional contra a Reforma Administrativa

Entidades e servidores de todo o país se reuniram em uma grande manifestação nacional contra a Reforma Administrativa. O ato reforçou a mobilização em defesa dos direitos do funcionalismo e da valorização das carreiras públicas. Saiba mais!


NOTA DE APOIO

As entidades representativas, diante da ocupação promovida por manifestantes na sede da PGE de Alagoas e da Associação dos Procuradores do Estado de Alagoas, vêm a público manifestar veemente repúdio ao impedimento de ingresso de Procuradores e servidores ao local de trabalho.


CHAMADA PARA ENVIO DE ARTIGOS SOBRE A VALORIZAÇÃO DA ADVOCACIA PÚBLICA

As produções deverão abordar temas como a Advocacia Pública e sua evolução institucional; o papel da Advocacia Pública na defesa do Estado Democrático de Direito; a Advocacia Pública e a promoção da igualdade e da justiça social; e a Advocacia Pública no impulsionamento da política pública.


SINPROFAZ COMPARECE A EVENTO DE POSSE DE NOVAS CHEFIAS DA AGU

A presidente do SINPROFAZ, Iolanda Guindani, participou ontem (18) do evento de transmissão de cargos e posse na Procuradoria-Geral da União e na Secretaria-Geral de Consultoria da AGU. A cerimônia em Brasília/DF foi aberta pelo discurso do advogado-geral da União, Jorge Messias.


GUSTAVO PENHA LEMES LANÇA SEGUNDO VOLUME DA OBRA “TEORIA DA DECISÃO JUDICIAL”

O SINPROFAZ informa que acaba de ser publicado o segundo volume do livro “Teoria da Decisão Judicial – Contribuições da filosofia de Hans-Georg Gadamer para a análise da atividade hermenêutica do juiz”, de autoria do filiado Gustavo Penha Lemes.


CORREIO BRAZILIENSE PUBLICA ARTIGO DE PROCURADOR DA FAZENDA NACIONAL

O Correio Braziliense publicou hoje artigo de autoria do filiado Sebastião Gilberto Mota Tavares. No texto intitulado “A Democracia deixou o tempo da brilhantina?”, o PFN lança mão de perspectivas históricas e análises originais para traçar a linha evolutiva da democracia no mundo.


EM ÚLTIMA NOITE DE ENCONTRO, EXPOSITORES DESTACAM QUESTÕES POLÍTICAS E TRIBUTÁRIAS

Assuntos como o cenário político nacional, a gestão da comunicação e as perspectivas para o setor de combustíveis no Brasil foram abordados na ocasião. O painel final foi mediado pela presidente do SINPROFAZ, Iolanda Guindani.


FONACATE APRESENTA DETALHES DA 8ª CONFERÊNCIA NACIONAL DAS CARREIRAS DE ESTADO

Com o tema “Democracia e Sustentabilidade na Era Digital”, a proposta do Fonacate, a partir da Conferência, é discutir o papel das carreiras na transformação do Estado levando em conta as três grandes crises que atualmente afetam a humanidade: a ambiental, a democrática e a econômico-social.


SINPROFAZ COMPARECE À SOLENIDADE DE POSSE DA DIRETORIA DA ANESP

O SINPROFAZ, representado pela presidente Iolanda Guindani, compareceu na quinta-feira (29), em Brasília/DF, à cerimônia de posse da Diretoria da Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental – ANESP. Acesse e confira!


AGU E TSE FIRMAM ACORDO PARA DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS DE CAPACITAÇÃO

O acordo, assinado pelo ministro da AGU e filiado, Jorge Messias, e pelo presidente do TSE, Alexandre de Moraes, foi mediado pelo diretor da ESAGU e ex-presidente do SINPROFAZ, João Carlos Souto, e pelo diretor da EJE, Floriano Marques.


EM ENCONTRO DO SINPROFAZ, MINISTRO DA AGU ENALTECE O TRABALHO DA CARREIRA

O 21º Encontro do SINPROFAZ foi realizado de 30 de novembro a 3 de dezembro no estado do Rio de Janeiro. A Carreira compareceu em peso ao evento, que foi prestigiado por autoridades como o ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias.


SINPROFAZ COMPARECE A EVENTO EM HOMENAGEM AO MINISTRO LUÍS ROBERTO BARROSO

O SINPROFAZ, representado pela presidente Iolanda Guindani e pelo vice-presidente Ricardo Queiroz, compareceu em Brasília/DF ao evento de lançamento da obra “Direitos e Democracia – 10 anos do Ministro Luís Roberto Barroso no STF”.


SINPROFAZ COMPARECE À SOLENIDADE DE ENTREGA DAS COMENDAS DA ORDEM DO MÉRITO DA AGU

Iolanda Guindani participou da solenidade de entrega. Entre os integrantes do dispositivo de honra, estiveram a filiada Anelize Ruas, o filiado Heráclio Camargo e o presidente do Observatório da Democraria da AGU, Ricardo Lewandowski.


SINPROFAZ CELEBRA OS 200 ANOS DA PRIMEIRA ASSEMBLEIA CONSTITUINTE DO BRASIL

Michelle Cavalcante e Renata Vasconcellos representaram o SINPROFAZ na sessão solene realizada em homenagem à Assembleia Constituinte de 1823. Na oportunidade, houve a obliteração do selo criado em comemoração ao aniversário.


EM SÃO PAULO, SINPROFAZ PARTICIPA DE EVENTO COM INTEGRANTES DO GOVERNO

O SINPROFAZ compareceu a jantar realizado na sexta-feira (15) em São Paulo/SP. O evento contou com a participação dos ministros da AGU, o filiado Jorge Messias; da Fazenda, Fernando Haddad, e da Controladoria-Geral da União, Vinícius Marques de Carvalho.


PORTAL NORTE-AMERICANO PUBLICA ARTIGO DE EX-PRESIDENTE DO SINPROFAZ

No texto “Brazil’s Federal Supreme Court Grapples With the Specter of Neville Chamberlain”, João Carlos Souto argumenta que, embora decisões do STF tenham gerado polêmica, elas foram essenciais ao fortalecimento das instituições democráticas.


SINPROFAZ PARTICIPA DE HOMENAGEM AOS 40 ANOS DA ANAPE

A presidente eleita do SINPROFAZ, Iolanda Guindani, prestigiou o evento em comemoração aos 40 anos da Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal. Representantes de procuradorias de diversos estados compareceram e receberam homenagens pela luta em defesa da democracia.


JUNTA DE JULGAMENTO COMUNICA RESULTADO DA ELEIÇÃO PARA A DIRETORIA DO SINPROFAZ

A Junta de Julgamento proclama a Chapa “Democracia, Representatividade e Compromisso” vencedora do pleito eleitoral e confere mandato para que exerça a Diretoria no período de 1º de julho de 2023 a 30 de junho de 2025.


HOJE: FILIADAS E FILIADOS ELEGERÃO NOVA DIRETORIA DO SINPROFAZ

Os PFNs são convidados para participar do pleito, a ser realizado de forma eletrônica. Conforme a Junta de Julgamento, apenas a chapa “Democracia, Representatividade e Compromisso”, liderada por Iolanda Guindani, se inscreveu para disputar a eleição.


ELEIÇÕES DO SINPROFAZ: VOTAÇÃO ELETRÔNICA OCORRE AMANHÃ, DIA 1º DE JUNHO

Conforme determina o Estatuto do SINPROFAZ, a eleição da Diretoria deve ocorrer no mês de junho do ano em que se encerra o mandato dos atuais gestores. Portanto, filiadas e filiados estão convidados para o pleito, a ser realizado AMANHÃ, das 9h às 18h.


DIRETORIA REALIZA ÚLTIMA REUNIÃO DA GESTÃO 2021-2023

Conduzido pelo presidente Achilles Frias, o encontro possibilitou a atualização de diretoras e diretores a respeito de assuntos de interesse da Carreira, como o andamento das ações judiciais, a tramitação de propostas legislativas e a criação da carreira técnica de apoio da AGU. Saiba mais!


SINPROFAZ COMEMORA OS 30 ANOS DA AGU EM EVENTO EM PALMAS/TO

Os 30 anos da Advocacia-Geral da União foram comemorados em evento realizado com o apoio do SINPROFAZ na sede da Ordem dos Advogados do Brasil em Palmas/TO. Na ocasião, o Sindicato foi representado pela vice-presidente, Iolanda Guindani, que levou os cumprimentos sindicais aos advogados públicos.


JUNTA DE JULGAMENTO COMUNICA INSCRIÇÃO DE CHAPA PARA ELEIÇÕES DA DIRETORIA 2023-2025

A Junta de Julgamento do SINPROFAZ, no uso de suas atribuições estatutárias, comunica que uma (1) chapa efetuou registro para a eleição da Diretoria referente ao biênio 2023/2025. Candidatas e candidatos atendem às exigências estatutárias.


SINPROFAZ PARTICIPA DE AULA MAGNA MINISTRADA POR LUÍS ROBERTO BARROSO

O SINPROFAZ, representado pela vice-presidente Iolanda Guindani e pelo diretor Roberto Rodrigues, compareceu na terça-feira (11) à Aula Magna do curso “Democracia e Combate à Desinformação”. A capacitação foi lançada pela Escola Superior da AGU. Saiba mais!


MINISTRO LUÍS ROBERTO BARROSO PALESTRA EM AUDITÓRIO DA PGFN

O ministro do Supremo Tribunal Federal é o convidado da Escola Superior da AGU para a Aula Inaugural do curso “Democracia e Combate à Desinformação”. A Aula ocorre hoje (11), às 18h, no Auditório da PGFN em Brasília/DF, com a presença do advogado-geral da União, Jorge Messias. Participe!


SINPROFAZ ASSINA ACORDO COM GOVERNO FEDERAL PARA RECOMPOSIÇÃO SALARIAL DA CARREIRA

O presidente Achilles Frias e a vice-presidente Iolanda Guindani compareceram à reunião de consolidação do acordo entre governo e entidades. Na oportunidade, os dirigentes sindicais consentiram com os termos negociados.


SINPROFAZ COMPARECE A EVENTO PROMOVIDO PELA COMISSÃO DE ADVOCACIA PÚBLICA DO CFOAB

O SINPROFAZ, representado pela vice-presidente Iolanda Guindani, compareceu ao evento “Advocacia Pública. O Papel do Advogado Público na Consolidação dos Direitos”. O evento foi promovido em homenagem ao Dia Nacional da Advocacia Pública.